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Empresário quer implantar linhas comerciais no aeroporto de Cajazeiras e Patos

Aeroporto de Cajazeiras terá balizamento noturno em breve.

O jornalista Robson Pires, do Estado do Rio Grande do Norte, publicou em seu blog de notícias nesta quarta-feira (11), um suposto interesse de uma linha área em operar no recém-inaugurado aeroporto de Cajazeiras.

De acordo com o jornalista, a empresa paraibana Glória Transportes Aéreos pretende investir na rota entre João Pessoa, Patos e Cajazeiras.

O proprietário Delano Campos teria assegurado que quer investir em um nicho de mercado, aproveitando o potencial econômico de duas das principais cidades do Sertão paraibano.

O processo de abertura da empresa está sendo acelerado, mas o empresário prefere não estabelecer prazos. A Azul tem voos regionais no mercado paraibano, como a rota João Pessoa-Recife e Campina Grande-Recife.

Os voos entre a capital paraibana, Patos e Cajazeiras, além de alavancar o turismo, irá beneficiar empresários que precisam se deslocar para as duas cidades do interior da Paraíba ganhando tempo, gerando desenvolvimento e qualidade de vida. Estima-se que os voos irão beneficiar cerca de 300 mil pessoas.

Fonte: Diário do Sertão

4 comentários:

  1. Matéria gentilmente enviada pelo leitor do AEROJOAOPESSOA, Davi.

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  2. Lembrando que o piso da pista de Cajazeiras é de baixa resistência. Só resiste a 12 toneladas, PCN 6 do inglês Pavement Classification Number, ou seja, aeronave de aproximadamente 25 passageiros, quando o normal seria já ter construído a pista com resistência para suportar a segunda geração de turboélices de 90 passageiros que começaram a chegar ao mercado em 2015. Não se pode construir aeroportos para o hoje. O hoje, já é passado! Saudações,

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  3. Claudio ....então nesse caso(com essa pista) o aeroporto de Cajazeiras não vai ver um ATR nem tão cedo, não é?

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    1. Só se for um ATR de 25 passageiros e carga máxima de 12 toneladas (isso no limite). Ou seja, nem os atuais ATR (AT76), mesmo se não ocupasse todos os assentos, não daria de jeito nenhum, pois não daria viabilidade econômica para operar o trecho.

      E ainda tem as questões técnico-operacionais, que não seria das melhores, no exemplo que citei acima.

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