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Veja caminho que sua mala faz no aeroporto depois de despachada no check-in


Em grandes terminais de embarque, o caminho que as bagagens percorrem até chegar ao avião está longe de ser simples.

Fora da visão dos passageiros, existe um complexo labirinto de esteiras, máquinas de raio-X, scanners de leitura de código de barras, câmeras de vídeo, salas de monitoramento e profissionais trabalhando intensamente para que os pertences dos viajantes cheguem a tempo e com segurança ao interior das aeronaves.

No terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, hoje um dos mais modernos e movimentados do país, há um sistema de proporções gigantescas, com capacidade para transportar até 5.000 malas por hora.

Todas essas bagagens atravessam cerca de cinco quilômetros de esteiras automatizadas, que sobem, descem e se entrelaçam. Aparelhos de raio infravermelho identificam o destino de cada uma das bagagens e as direcionam para sua esteira correspondente. Tudo isso acontece sob os pés dos passageiros.

Índice de perda de malas é baixíssimo, diz diretor

Ao longo de todo esse caminho, as malas são manuseadas por pessoas somente no momento do check-in e ao final do processo, quando são colocadas em carretas e transportadas até o avião.

Segundo Miguel Dau, diretor de Operações do Aeroporto de Guarulhos, isso ajuda a evitar as malfadadas malas extraviadas. 

"Nosso sistema permite um ganho considerável em eficiência operacional, sobretudo na maior agilidade no processamento de bagagens. Além disso, há uma redução nos índices de malas extraviadas, principalmente porque a distribuição das bagagens para os voos é feita de forma automática, sem interferência humana", diz Dau.

Atualmente, no Terminal 3, o índice de perda de malas é considerado baixo: de cada 200 bagagens, uma enfrenta problemas para chegar ao avião correto.

Raio-X e sistema 3D para 'xeretar' conteúdo das malas

Há também os casos em que o conteúdo das malas é classificado como de risco. Elas são removidas da esteira para verificação.

Ao todo, existem 15 máquinas de raio-X ao longo do trajeto, que identificam objetos que podem oferecer perigo para o voo, como possíveis explosivos.

No Terminal 3 de Guarulhos, há uma equipe de profissionais em uma sala de controle que usa um sistema 3D para analisar minuciosamente o que tem dentro das bagagens.

Mas não se engane: as malas só podem ser abertas na presença do seu dono.

Fonte: Uol

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