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Demanda no Brasil melhorou, mas ainda não é forte, afirma Latam


A Latam Airlines, resultado da fusão entre a chilena LAN e a brasileira TAM, disse que viu uma melhora da demanda entre janeiro e março deste ano em relação ao primeiro trimestre de 2016, mas aponta que o tráfego ainda não está forte.

“O primeiro trimestre do ano passado foi o ponto mais baixo na crise”, disse o vice-presidente comercial do grupo, Roberto Alvo, em teleconferência de resultados. O executivo apontou, entretanto, que a procura por voos internacionais a partir de Brasil tem reagido de forma mais firme.

Já o presidente da Latam Brasil Linhas Aéreas, Jerome Cadier, afirmou que a venda de passagens para viajantes de negócios ainda é frágil, uma variável que precisa reagir com mais força para que a aviação no país tenha uma recuperação mais sustentável.

No primeiro trimestre deste ano, a Latam transportou 9 milhões de passageiros em voos domésticos no Brasil, 9,5% menor que em igual período de 2016.

Mas a receita por assento disponível (Rask) no Brasil cresceu 24,6%, para 6,3 centavos de dólar, ou 2,8% em reais, ante o primeiro trimestre de 2016.

A Latam disse que os ajustes de capacidade feitos em 2016 nas operações domésticas do Brasil, que representam 26,3% da receita total de passageiros do grupo, ajudaram a empresa brasileira a incrementar receitas.

Em abril, primeiro mês do segundo trimestre, a Latam reportou hoje que a empresa teve retração de 7,5% em demanda. Já nos países de língua espanhola em que atua — Chile, Argentina, Colômbia, Peru e Equador —, a holding registrou avanço de 0,3% no tráfego. E nas rotas internacionais, o grupo cresceu 6,7% nesse indicador.

Fonte: Valor Econômico

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