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De leilão de assentos vagos à cobrança pelo uso de toaletes, empresas buscam mais receitas


Os tempos em que o custo da passagem aérea era a única preocupação de um passageiro em voo doméstico ou na classe econômica em viagens internacionais faz parte das recordações.

Cada vez mais, paga-se por tudo, desde o check-in no balcão, o que pode incluir não só bagagem despachada, mas qualquer pretensão de um assento econômico um pouco mais confortável, até praticamente tudo o que se pode consumir a bordo, começando pelos já tradicionais pacotinhos de amendoís.

A busca pelas chamadas receitas assessorias não tem limites de criatividade. Que o diga Michael O-Leary, fundador e presidente da Ryanair da Irlanda, uma das mais lucrativas companhias europeias graças às passagens ultrabaratas cobradas em suas curtas rotas. O executivo revolucionou as cobranças em terra e a bordo e agora busca algo realmente ousado, assim que resolver um problema na fechadura dos toaletes em seus Boeing, tornando-as capaz de aceitar cartões de crédito.

É isso mesmo! O uso futuro das instalações sanitárias ficaria em cerca de US$ 1,50, o que proporcionaria um adicional importante ao lucro anual a Ryanair, além de seis assentos a mais a bordo, com a eliminação de um dos banheiros.

Assentos leiloados


A Etihad resolveu adicionar mais uma solução criativa em nome do faturamento, que, justiça seja feita, deverá ser imitada quase imediatamente por outras companhias aéreas: o leilão de assentos vagos, vizinhos do interessado que viaja na classe econômica.

O eventual "lance" pode abranger até três poltronas adjacentes, garantindo ao contemplado o conforto de uma "cama” que reclina até 180 graus, como alardeado para as classes mais nobres que qualquer companhia aérea.

A descoberta de outras fontes de receita da Etihad incluem, ainda, o acesso aos lounges da classe executiva em Abu Dhabi a um custo de US$ 250.00 e US$ 75,00 para visitá-los em aeroportos na Europa, na Austrália e Estados Unidos.

Recentemente, no Brasil, as principais companhias aéreas passaram a cobrar pelo despacho de bagagem e também por produtos servidos a bordo.

Fonte: Aeromagazine

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