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Latam: Demanda no Brasil está reagindo, mas ainda não é forte


A Latam Airlines tem percebido uma recuperação de demanda no Brasil, tanto em voos domésticos como em rotas internacionais, mas o tráfego ao longo dos últimos trimestres ainda permanece mais fraco que nos anos anteriores ao ciclo de crise, em 2015.

"Vemos uma melhora nos últimos meses, em especial ante 2016, que foi o ponto mais baixo da demanda, mas ainda estamos cautelosos porque não temos os níveis de tráfego crescente que tínhamos antes da crise", disse o presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier, em teleconferência de resultados nesta sexta-feira (18).

A empresa aumentou as receitas por assentos-quilômetros disponíveis (ASK, na sigla em Inglês) em 3,5% em reais.

Segundo a companhia, esse incremento foi determinado pelo ajuste de capacidade implantados em 2016, elevando a receitas por assento. A Latam Brasil cortou em 3,9% a oferta doméstica em ASK, enquanto a demanda caiu 5,4% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Como resultado, a taxa de ocupação recuou 1,3 ponto percentual, para 79,9%.

Capacidade

A Latam revisou as projeções operacionais para 2017, com incremento da capacidade para os voos internacionais e redução dos planos para a oferta nas rotas domésticas.

Além disso, a aérea manteve o guidance para rentabilidade, com uma margem operacional entre 6% e 8% para todo o ano de 2017.

No total do sistema, incluindo voos internacionais e domésticos, a Latam elevou de 0% a 2% a meta de crescimento para a capacidade medida em assentos-quilômetros disponíveis (ASK, na sigla em Inglês).

Nos voos internacionais, a projeção passou de um incremento de até 2% para uma expansão da oferta entre 3% e 5%.

Nas rotas domésticas no mercado brasileiro, a Latam reduziu o plano. Em vez de manter a capacidade ou cortar a oferta em até 2%, a companhia informou que a disponibilidade de assentos este ano será entre 1% a 3% menor que a de 2016.

Nos voos domésticos dos países de língua espanhola - Chile, Colômbia, Argentina, Peru e Equador -, a Latam vai aumentar a capacidade de 2% a 4%, ante um plano anterior que era mais agressivo, de elevar a oferta de 4% a 6%.

Fonte: Valor Econômico

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