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Com custo no despacho de malas, espaço dos bagageiros dos aviões fica insuficiente


O anúncio do voo da Gol de Guarulhos/São Paulo para João Pessoa na noite deste sábado (30), no Aeroporto Internacional Governador Franco Montoro/Cumbica, confirmava o que todas as pessoas usuais de transporte aéreo já sabiam desde que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), por meio de novas regras, criou tarifas para despacho de malas.

Essa ação tem sido recorrente com todas as companhias aéreas.

Com o sistema de cobrança no despacho das malas, a maioria dos passageiros passou a embarcar com uma mala menor e com uma bolsa, mochila e até sacola para evitar pagar pelo novo serviço. Cada passageiro pode embarcar com até 10 quilos de peso das malas. Se o espaço no bagajeiro dos aviões já não comportava tantas malas antes da regra, evidentemente criou-se um problema ainda maior.

Ao anúnciar o voo, a funcionária de solo da Gol pedia que as pessoas, volutariamente e de graça, despachassem as malas, claro, ciente de que haveria problema de espaço. Ela também já informava que os passageiros deveriam colocar sacolas e mochilas debaixo da poltrona.

O curioso no embarque é que estava havendo despacho seletivo, isto é, de um grupo de cerca de 50 passageiros que seguiriam para Campina Grande, após desembarcar em João Pessoa, cerca de 10 foram obrigados a despachar as malas sem qualquer critério ou justificativa. Se observava passageiros até com três volumes nas mãos ou com malas fora dos padrões embarcando sem serem abordados.

Dentro do avião, um casal que teve as malas despachadas estava revoltado, pois, além do incômodo de ter de esperar para reaver as malas no desembarque, ainda teve que colocar as bolsas debaixo da poltrona, provocando um incômodo maior durante as mais de três horas de viagem.

Dois passageiros também não conseguiam encontrar espaço para colocar as suas malas nos bagageiros e um deles só conseguiu espaço quase 15 poltronas antes da qual ele estava sentado. A comissária de bordo, sem ação, tentava auxiliar os passageiros. Quase todos tinham malas ou mochilas debaixo das poltronas.


Fonte: Turismo em Foco

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