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Voo da Gol com destino a Campina Grande, alterna para outro aeroporto

PR-GTG.

Voo da Gol com destino a Campina Grande, teve que alternar para outro aeroporto nesta sexta-feira (27/10).

Isto ocorreu com o voo 1632 que faz a rota São Paulo/Guarulhos (GRU) - Campina Grande (CPV) - Petrolina (PNZ).

O voo 1632 decolou de São Paulo/Guarulhos às 23:46h, aeronave PR-GTG.

Em Campina Grande, havia grande nebulosidade na região do Aeroporto. Por conta disso, o voo 1632 fez uma tentativa de pouso, mas acabou arremetendo.

Após fazer um órbita de espera, o voo acabou alternando para João Pessoa.

O pouso em João Pessoa ocorreu às 01:51h.

Passageiros com destino a Campina Grande foram informados que seguiriam por via terrestre.

A aeronave aguardou mais um tempo em João Pessoa.

Às 03:07h a aeronave acabou decolando de João Pessoa, visando embarcar passageiros em Campina Grande.

E o pouso em Campina Grande ocorreu às 03:27h. Com a escala realizada, o voo 1632 decolou de Campina Grande às 04:13h, com 2h 18min de atraso.

O pouso em Petrolina ocorreu às 05:06h.

A partir de 2 horas até 3 horas e 59 minutos de atraso, a companhia aérea deve fornecer alimentação (voucher, lanche, bebidas, etc.) aos passageiros. 

Em caso de dúvidas ou esclarecimentos, consulte a página GUIAS DOS PASSAGEIROS no AEROJOAOPESSOA.

Por Jarbas Moreira, do AEROJOAOPESSOA

4 comentários:

  1. Salve Jarbas Moreira! Obrigado pela cobertura sobre o Aeroporto de Campina, toda visibilidade é importante neste cenário de privatizações e cobranças pela sociedade ... Gostaria de fazer umas considerações sobre a situação: o voo alternou não só pela questão de nebulosidade baixa, mas também pela questão de performance da aeronave X condições da pista quanto a presença de água! A opção de seguir para SBJP se deu pela chuva ocorrida no tempo passado, que deixou a pista molhada (praticamente apenas úmida), mas, por segurança, os pilotos preferiram desembarcar os passageiros de Campina em João Pessoa e retornar à Campina depois. Graças à Deus na segunda tentativa foi possível o pouso, mesmo sem o ILS (que teria resolvido a situação na primeira), caso contrário a tripulação não poderia ter seguido para São Paulo, e a aeronave ficaria parada em Petrolina, pois já haviam ultrapassado a quantidade de horas de serviço! A aviação é complexa e as implicações de situações adversas são como efeito dominó ... Regiões como Campina Grande deve haver sempre um pensamento de gestão proativa, ou até mesmo preditiva, assim não se pode observar apenas o tempo do aeroporto (condições meteorológicas existentes e previstas), mas sim o clima (características sazonais da região)!

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    1. Obrigada André. As informações aqui contidas foram as que tinham sido averiguadas a época.

      É lógico que tempo e clima são questões diferentes, não precisando nem ser da navegação aérea pra entender.

      Agradeço a contribuição.

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    2. Tomar cuidado com a ligação entre ILS e pista úmida na sua explicação. ILS esta associado a teto e principalmente visibilidade. Pode trazer confusão.

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    3. Obrigado! A questão que levantei foi pontuando que se o ILS estivesse operando, o piloto não teria considerado a questão da pista úmida ... realmente não ficou muito claro.

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