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Soldado pega nove voos para chegar a tempo do parto da filha

(Foto: Reprodução Facebook Community Hospital of Monterey Peninsula).

O sargento norte-americano Francois Clerfe, que estava em uma missão no Iraque em dezembro do ano passado, voltou para casa na véspera de Natal para acompanhar o parto da primeira filha. Mas quase que ele não chega a tempo! 

Clerfe deixou o Iraque no último dia 23 de dezembro. Para chegar aos Estados Unidos, passou pelo Kwait, Turquia e Alemanha. E, já em solo norte-americano, foram mais seis voos até alcançar a cidade de Monterey, na Califórnia, onde vive com a esposa Natalia Svistunova, em 31 de dezembro. Ao chegar em casa, ele e a esposa saíram para uma caminhada, quando ela entrou em trabalho de parto. O nascimento estava previsto para 9 de janeiro, mas a pequena Julia parece apenas ter esperado o pai para nascer. "Sou muito grato por ela ter me aguardado, assim como agradeço àqueles que tornaram isso possível", disse Clerfe ao jornal Today sobre a sua longa jornada. 

A hora certa do bebê nascer

Quando você engravida e o médico faz aquelas contas sobre a data provável do parto, não significa que o bebê tem que nascer até aquele dia, segundo a obstetra Carolina Ambrogini, colunista da CRESCER. Esses cálculos são baseados nas fases da lua, você sabia? "Antigamente, não havia ultrassom para datar a gestação, mas a sabedoria popular dizia que o tempo total da gravidez girava em torno de nove ciclos lunares. Portanto, aquela data tão esperada representa apenas uma previsão e não um ultimato para o parto. Hoje, a medicina já oferece recursos para que possamos saber a vitalidade do bebê intraútero, de modo que a sua mãe não precisa ficar o tempo todo no seu ouvido falando que sua 'gravidez vai passar da hora'. Os palpites alheios não podem ser mais importantes que a relação de confiança que você precisa ter com o seu médico", explica a médica.

Carolina conta, ainda, alguns sinais de que o parto está próximo: as contrações de treinamento ficam mais constantes, a barriga pode “descer” (mas este é um sinal bem indireto), porém, o mais seguro é quando o obstetra faz o toque vaginal e sente a cabecinha do feto insinuada na pelve. Além disso, há a perda do tampão, uma secreção viscosa que pode vir com um pouco de sangue quando o colo do útero está se esvaecendo – isto é, ficando mais “mole”, se preparando para dilatar. A ruptura da bolsa pode acontecer antes do trabalho de parto, mas, em geral, ela se rompe durante o processo. Se isso acontecer, avise seu médico mesmo se não houver contrações – estas podem surgir logo em seguida ou o seu parto terá que ser induzido.

Fonte: Revista Crescer

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